A cidade do sol, de Khaled Hosseini

Khaled Hosseini
A cidade do sol
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007 (280 p.)

A revista EntreLivros se referiu ao autor como “O caçador de best-sellers”. Segundo o texto, publicado na edição nº 29, de setembro de 2007, p. 11:

“No lugar de Khaled Hosseini, muitos escritores teriam sido mais cautelosos. Desde que publicou seu primeiro livro, O caçador de pipas, em 2003, o médico afegão, naturalizado americano, se tornou um best-seller mundial – a adaptação para o cinema de sua obra de estréia já começou, o que pode multiplicar suas vendas. Os cautelosos resistiriam um pouco mais antes de se lançar a outra empreitada; aguardariam por mais tempo antes de arriscar o que, para muitos, foi apenas sorte.

Hosseini não esperou, e aparentemente escolheu o caminho mais difícil: seu cenário é, de novo, o Afeganistão, onde duas narradoras se alternam, Mariam e Laila, desenvolvem seu enredo sobre amizade em tempo de guerra. Apesar de alguns deslizes apontados pela crítica – personagens estereotipados e excesso de história na ficção –, a nova obra, A cidade do sol, já está na lista dos mais vendidos nos Estados Unidos. O resultado se repete no Brasil (…) A receita de sucesso é conhecida: drama em doses suficientes para emocionar o leitor.”

Na edição seguinte, nº 30, outubro de 2007, p. 11, a EntreLivros reproduz trechos de resenhas publicadas em revistas nacionais e internacionais:

“(…) Hosseini oferece um retrato palpável da vida no Afeganistão. (…) A cidade do sol é uma espécie de Sidney Sheldon islâmico: um romance sobre mulheres sofredoras, amaldiçoadas pela sorte e humilhadas por homens maus, mas que no fim conseguem (ou, pelo menos, uma delas consegue) dar a volta por cima” (Jerônimo Teixeira, Veja).

“Mesmo sendo um escritor de poucos recursos, Hosseini sabe contar uma história, envolvendo o leitor com doses exatas de informação e emoção. Hosseini criou uma trama de leitura fácil e perfeita para ser levada ao cinema” (Ivan Cláudio, IstoÉ).

“Enquanto O caçador de pipas tinha um começo instigante e tropeçava em artifícios e sentimentalismo, A cidade do sol começa de modo esquemático e ganha velocidade e força emocional enquanto se desenrola lentamente” (Michiko Kakutani, The New York Times).

O caçador de pipas seduz com uma história surpreendente, narrada com simplicidade. A cidade do sol não possui a mesma força, até porque, em quatro anos, a inovação degenerou em clichê” (Luís Antônio Giron, Época).

“Por precaução, você deve estar imaginando se A cidade do sol, de Khaled Hosseini, é tão bom quanto O caçador de pipas. A resposta é: não. É melhor” (Jonathan Yardley, Washington Post).

Ps.: O livro A cidade do sol foi indicado por Raymundo de Lima.

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